quinta-feira, 31 de julho de 2008

O início


Sabe, tudo tem seu início. O desse blog será de forma memorável, assim espero. Pra falar a verdade tenho muitos temas a serem citados, mas preciso me concentrar em um, para que eu consiga dizer isso é realmente o início. Bem, escuto muitas músicas e no mometo Chico me acompanha e tem uma coisa que me chama atenção nas músicas dele, elas perduram, elas falam de alguma coisa, mesmo que você não entenda, você percebe q ele te diz algo. Estava um dia desses ouvindo, através de meu saudoso e pertinente vizinho, um ritmo que vem assolando o Brasil, a swigueira, não digo que não gosto, pois, como uma boa jornalista [hehe] evito pensamentos preconceituosos, mas naum consegui assimilar nada da música, só uns tuntuntuntun. E foi isso que me fez pensar "Estamos na era do descartável!!!". Eu sei que isso não é novidade, mas sabe aqueles momentos em que uma coisa óbvia dá um estalo na nossa cabeça? Pois então... Tudo, tudo mesmo, celular, mp3, 4, 5, 6 e o escambau, moda, sentimentos e amores. Se hoje eu te amo, amanhã se você continuar "em alta" ainda te amarei. Hoje a coisa mais importante é o momento, o agora, já!! Se faz planos ou pensa em consequência, é logo excluído daquele momento. No futuro como será?
- Oi?!
- Oi!
- Te conheço de onde?
- Não lembra?
- Não!
- Mas como? Te dei a luz e você não lembra de mim?
É... parece exagero, mas às vezes penso assim. Tomara que eu esteja errada.

P.s.: O texto tá confuso, mas sou assim mesmo, quem um dia me decifrar me avisa.

5 comentários:

Gladson Caldas disse...

É bom começar assim. do nada. sem ter bem por onde. ceu vontade ler mais.


só pega leve com esse papo de "consiga me decifrar". isso saiu de moda nos anos 90, junto com tudo que se vestia de preto.

Kelly Cristina disse...

Bom texto Jessika, sei como é esses BUMMMMM do nada... Digo bum, pois é uma sacudida mesmo que dá. É a mesma sensação de que você pára para pensar e ver que pode morrer; me sinto mal, as vezes, não porque tenho medo, mas num sei se fiz o que deveria. Ajudei? Fui justa? Aproveitei tudo mesmo? Fui justa? Assim vai...

Eita... Viajei!! kkkk...

Bjosssss

Anônimo disse...

nao me lembro onde ouvi isso, nao esqueço: "nos vivemos na sociedade do efemero.". de fato, a unica coisa constante e a mudança. nao que isso seja algo ruim, mas se vamos mudar que seja para melhor, sempre. quanto a decifrar vc, prefiro nao correr o risco de ser devorado. rs

Jessika Thaís disse...

Pois é Marlon lembro de certa vez comentar isso com você, eu estava tendo aulas de Teorias da Comunicação.

Luiza. disse...

Você não conseguiu assimilar nada da múscia porque não é música.
ok, eu estou sendo extremamaente preconceituosa. Mas eu penso assim mesmo... não se trata de preconceito, é conceito.
Esse negócio de "tudo é descartável." Está cada vez pior e a tendencia é essa. Mas eu acredito que seja uma coisa natural, consequentemente cíclica.
Quando chegar ao extremo que você citou, (ou de outra forma), as pessoas vão as poucos de geração em geração voltando a apegar-se às coisas e às pessoas. Até que aconteça tudo de novo...

Sei lá, eu viajo muito nessas coisas. rs.

=*

Gostei da sua forma breve se expor uma teoria.

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